CUSTOMER BACK BUSINESS MODEL

Olhar para a empresa a partir do que o cliente vive.

Partimos da experiência do cliente para identificar o que pode ser melhorado dentro da empresa. Observamos os contactos, analisamos as causas e transformamos o diagnóstico em decisões concretas.

O PRINCÍPIO

A resposta atrasou‑se. Mas o problema pode não estar em quem atende.

Um cliente pede uma informação. Quem o atende precisa de confirmar um prazo, mas a decisão depende de outra área. O cliente vê apenas a demora.

Em vez de começar por apontar responsabilidades ou recomendar um programa informático, seguimos o percurso desse pedido. Identificamos onde falta informação, quem decide, que regras existem e como a resposta chega ao cliente. É esta a lógica que aplicamos com o Customer Back Business Model.

O PERCURSO DE ANÁLISE

Oito momentos de trabalho.

Estas fases descrevem a aplicação prática adotada pela bolden e são ajustadas às necessidades do projeto.

01

Compreender o cliente e o contexto de compra.

02

Mapear os contactos, decisões e etapas do percurso.

03

Identificar necessidades, expectativas e situações de atrito.

04

Cruzar a experiência com pessoas, processos, dados e responsabilidades.

05

Separar causas de sintomas e estabelecer prioridades.

06

Definir o plano e os critérios de intervenção.

07

Implementar mudanças com as equipas.

08

Acompanhar indicadores e ajustar o trabalho.

INFORMAÇÃO NECESSÁRIA

O que podemos observar.

01

Contactos, pedidos, dúvidas e reclamações

02

Propostas, tempos de resposta e seguimento

03

Passagens entre equipas e decisões

04

Indicadores de venda, entrega e acompanhamento

ENTREGÁVEIS

O que pode resultar do diagnóstico.

01

Mapa do percurso e dos pontos de atrito

02

Diagnóstico com causas e prioridades

03

Plano de processos, responsabilidades e ações

04

Indicadores e instrumentos de acompanhamento

EXEMPLO HIPOTÉTICO

Um pedido de proposta sem resposta completa.

Uma empresa recebe um pedido. A equipa comercial precisa de confirmar a disponibilidade e o prazo. O cliente aguarda e volta a contactar.

Em vez de recomendar logo uma ferramenta, analisamos quem recebe o pedido, que informação falta, quem pode decidir e quanto tempo demora cada passagem. A mudança adequada pode ser um procedimento, um responsável ou uma automação. A escolha depende do diagnóstico.

ESCLARECIMENTOS

Perguntas antes de avançar.

É necessário alterar todos os processos?

Não. As prioridades são definidas em função das causas identificadas e da relevância para o cliente e para a empresa.

Quem participa?

Participam as equipas ligadas ao percurso em análise, incluindo gestão, comercial, operação e apoio ao cliente, quando adequado.

É obrigatório instalar software?

Não. A tecnologia só é considerada quando ajuda um processo já compreendido.

Como se mede a melhoria?

Escolhem‑se indicadores ligados ao problema observado, como tempo de resposta, seguimento, entrega ou retenção.

PRÓXIMO PASSO

Quer analisar a sua empresa a partir do cliente?

Descreva o que está a acontecer. Primeiro analisamos a situação. Depois indicamos como faz sentido avançar.

Fale-nos da sua empresa.

Deixe-nos o seu contacto e descreva a situação. Respondemos para compreender o contexto.

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UMA CONVERSA PODE SER O PRINCÍPIO

A PRÓXIMA DECISÃO

Onde é que uma oportunidade está a ficar pelo caminho?

Uma proposta à espera de resposta. Um contacto que não teve seguimento. Um cliente que não voltou. Podemos começar por analisar uma situação concreta.

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bolden. Consultoria de gestão empresarial orientada ao cliente.